quarta-feira, 15 de abril de 2015

O Lado Obscuro do Conselho Mundial de Igrejas


Uma das principais organizações que promove o ecumenismo no mundo possui uma poranduba obscura  onde a mesma já aplaudiu e financiou diversos grupos terroristas , atualmente faz propaganda enganosa contra o Estado de Israel e se destaca como uma das entidades que pleiteia abertamente o  MST
Veja a seguir fatos reveladores sobre esta organização


Desenvolvimento
Entre os grupos evangélicos em 1846 manifestou se em Londres, um agrupamento que se expressava como Aliança Evangélica. Já em l908, várias igrejas protestantes diligenciaram um apropinquamento em torno de uma organização com fins comunitários, enfurnando e subtraindo posições doutrinarias primordiais de Cristo. Organizaram, então, o Conselho Federal das Igrejas de Cristo na América. Com o espetáculo sepulcral que encabeçava a primeira Guerra Mundial, esta organização uniu-se a igrejas protestantes européias, fundando assim em agosto de 1914, a Aliança Mundial para Promover a unidade Internacional através das igrejas.

Desdobramentos
Subsequentemente a Guerra , já em 1919, esta organização interdenominacional voltou a se reunir e mudou seu nome para Confederação Mundial Cristã de Vida e Ação. Em 1937, retornaram a se reunir em Oxford, na Inglaterra, participaram a igreja anglicana e ortodoxa (católicos dissidentes). Um outro movimento emergido em 1910 na Escócia, o Fé e Constituição, que pregava unidade doutrinaria , agregou se em 1938 ao Vida e Ação e, em 23 de Agosto de 1948 foi integrado o Concilio Mundial de Igrejas com sede em Amsterdã na Holanda. Antes mesmo que se reunissem em sua III Assembléia em Nova Delhi na Índia ( 1961), ao observar a facilidade e rapidez com que se uniram igrejas em um ideal unicionista, o Vaticano adotou a idéia e , em junho de 1959 o papa João XXIII ( 58 ! 63) na sua encíclica "Ad Petri Cathedram", lançou as bases do movimento ecumênico, convidando todos os "irmãos separados" a unirem-se a "Igreja Mãe".  

Veja o que um Pastor fala sobre o dilúculo despertar do conselho mundial das Igrejas



"Não façam aliança com eles nem com os seus deuses." (Êxodo 23:32).


O Conselho Mundial de Igrejas é composto de diversas organizações controladas pelo CMI. A meta do CMI é conglobar todas as religiões do mundo num só grupo religioso mundial. Mas para alcançar a união de todas as religiões o mundo, estes grupos religiosos devem renunciar às doutrinas mantidas que causam contrastes , e que o ponto principal consiste em evidenciar somente aquelas crenças que ambas religiões possuem comum .
Uma organização que funciona como uma das principais ramificações do CMI é o Conselho Nacional de Igrejas (CNI). Também dentro da estrutura organizacional do CMI estão incluídas muitas ramificações - tais como as Associações Ministeriais nas diversas comunidades públicas (veja em Collectivism in the Churches, pág. 60, por Edgar C. Bundy). O CNI é uma organização conhecida formalmente como o Conselho Federal de Igrejas - o qual se organizou em Dezembro de 1908, e logo mudou o seu nome para CNI em 1950. O CNI consiste em várias igrejas dentro dos Estados Unidos da América, que acordaram converter-se em membros e promoverem as metas do CNI/CMI.
O objectivo do CNI é o mesmo que o do CMI, já que foi o líder do Conselho Nacional/Federal de igrejas quem formou o CMI em 1948 (veja World Council of Churches: Religion or  Revolution, por Hugh Moreton & N.W.Hutchings, pág.3). As suas metas vão mais além do que unir todas as religiões  e inclui as mesmas metas do Catolicismo, da Nova Era, da Maçonaria Livre, dos Illuminati, das Nações Unidas e outras organizações .

Video da cerimonia de instituição do CMI em 1948


Para alguns isto pode ser laborioso validar, mas o próprio CNI declarou isto nos seus pontos de recomendação a seguir, a fim de obter a paz mundial:
"...um governo mundial... Limitação forte e imediata na soberania nacional. Controle internacional de todos os exércitos e marinhas. Um sistema de moeda universal. Liberdade de imigração mundial. Eliminação progressiva de todas as tarifas e taxas restritivas no comércio mundial. Um banco internacional controlado democraticamente...  
"Uma nova ordem de vida econômica é tanto imperativa como eminente, através da cooperação voluntária dentro do sistema da democracia, ou através de uma explosiva revolução política"
(TIME Magazine 16 Março de 1942, pág. 44-48).

O Artigo publicado pela revista Times em 2 de Outubro de 1978 ( Going Beyond Charity ) afirma que o conselho mundial de igrejas financiou grupos terroristas




"E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as." (Efésios 5:11).




O CMI FINANCIOU GRUPOS 
TERRORISTAS 


O CMI e as suas organizações estão verdadeiramente determinadas a trazer esta "explosiva revolução política" para os países que não estão seguindo o seu plano para uma igreja mundial e uma nova ordem mundial.



O CMI outorgou uns $85,000 a um grupo terrorista nacionalista africano - FRENTE PATRIOTA os quais mantiveram guerrilhas armadas na Rodésia e Zimbabwe em 1978

(veja Seattle Times, 25 Agosto de 1981).

Esses terroristas  assassinaram nesse ano cerca de 1900 pessoas, incluindo 8 missionários britânicos e os seus 4 filhos na Rodésia (Reader's Digest, agosto 1982). Em 1974 o CMI contribuiu com 6,355 libras britânicas para os membros da organização terrorista ZANU de África, que foi responsável pela matança de 87 civis rodesianos

(ver WCC Religion or Revolution, pág. 13).

Também em 1974 o CMI outorgou umas 50,000 libras britânicas à FRELIMO, outra força de guerrilha marxista

(ver idem pág. 13).


Logo que o governo rodesiano acabou com esses grupos terroristas, esta declaração foi apresentada pelos seus representantes na Conferência do CMI em Maio de 1980 em Melbourne, Austrália: 

A nossa vitória difícil de conquistar não se realizou somente por nossa determinação. Fomos ajudados e mantidos materialmente, moralmente e espiritualmente pelo CMI, e suas igrejas membros."

( ver American Opinion, Janeiro de 1982, pág. 4).



O CMI também doou fundos ao governo comunista do Vietnam do Norte

(ver WCC: Religion or Revolution, pág. 16)

Doou dinheiro à PLO de Cuba, e a outros movimentos totalitários pró soviéticos

(ver Reader's Digest, Janeiro de 1983, pág. 20).

Também enviaram $823, 000 à SWAPO na Namíbia, uma organização apoiada pelos comunistas hoje um dos principais partidos políticos da região

(ver WCC Religion or Revolution, pág. 28; American Opinion, Janeiro 1982, pág. 2).




Mas, de onde provém o dinheiro com o qual o CMI retribui  e apóia o objetivo do anti cristo de uma Igreja Mundial e uma Nova Ordem Mundial - Incluindo atividades terroristas para atingirem o seus objetivos?

Segundo a entidade ecumênica FE Brasil – Fórum Ecumênico Brasil as igrejas brasileiras que fazem parte atuante do movimento ecumênico no Brasil e o promovem sua divulgação são :


Link 


Igrejas:

Igreja Católica Romana (ICAR), Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (Ieclb), Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (Ieab), Igreja Metodista (IM), Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPI), Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) e Igreja Ortodoxa Siriana.



A partir de agosto de 2002, o CER-Brasil passou a ser FE Brasil, composto de doze instituições participantes – Cebi, Ceca, Cediter, Cese, Cesep, Clai Brasil, Conic, Creas, Diaconia, Gtme, KOINONIA e Unipop – e uma parceira, PAD. O Fórum Ecumênico promove um encontro anual, com um tema central de aprofundamento, apresentação da instituição de um dos integrantes, como forma de intercâmbio e de motivação dos participantes, e encaminhamentos de demandas.


A partir de 2011, o FE BRASIL passa a ser membro da ACT Aliança, passando a ser reconhecido como FE ACT Brasil.

"Feliz aquele que confia em Deus, o SENHOR, que não vai atrás dos ídolos, nem se junta com os que adoram falsos deuses!' (Salmos 40:4).


O CMI desaprova e sentencia
 como culpado o Estado de Israel 
por perseguições religiosas





No ano de 2013 o "Concílio Mundial de Igrejas", desde há muito marcado pelo seu incorrigível anti-semitismo emitiu a seguinte declaração, na sua reunião realizada no Líbano:



"A Palestina continua a ser o assunto central na região...A persistência, após sessenta e cinco anos, do contínuo despojamento do povo palestino - tanto cristão como muçulmano - da sua terra pela ocupação israelita, a contínua construção na terra dentro das fronteiras de 1967...é central para a turbulência na região...Jerusalém é hoje uma cidade ocupada com um governo que tem adoptado políticas discriminatórias tanto contra cristãos como muçulmanos.

O CMI assevera por exemplo que Israel há 65 anos despoja continuamente muçulmanos e cristãos das suas terras. Na realidade a última vez que os palestinos atravessaram o rio Jordão para leste não tendo mais voltado foi durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Guerras, tal como a que estamos testemunhando atualmente na Síria e em outros lugares, produzem refugiados. A única falha de Israel nesta matéria é ter ganho a guerra. E mesmo durante esse conflito, quando toda a população árabe de Hebron fugiu, foram instigados por Moshe Dayan, Ministro da Defesa de Israel, a voltarem às suas casas.

Contrastando com isso, e devido a condições intoleráveis, há uma emigração em massa de cristãos a partir da cidade de Belém, controlada pelos palestinos, e também do Líbano. Não é em Israel que os cristãos sofrem discriminação e são brutalmente assassinados , mas sim na Turquia, Egipto, Síria, e em todos os países muçulmanos.


O CMI, isola a Israel em seu discurso pela paz mundial como o único vilão que ameaça esta tal paz global

Veja abaixo as principais posições do Conselho Mundial de Igrejas em relação ao conflito:
• Israel e suas legítimas necessidades de segurança são reconhecidos, começando com o surgimento do Estado em 1948, garantias da ONU para a sua existência, no direito de proteger o seu povo sob o direito internacional, e garantias para a integridade territorial de todas as nações na área, incluindo Israel .
• Jerusalém deve ser uma cidade aberta, inclusiva e compartilhada em termos de soberania e cidadania. Os direitos de suas comunidades são garantidos - muçulmanos, judeus e cristãos, palestinos e israelenses - incluindo o acesso aos lugares santos e a liberdade de culto. O CMI se opõe à anexação de Jerusalém Oriental. O status final de Jerusalém é uma responsabilidade internacional e deve ser acordados no âmbito do direito internacional e, como parte de um acordo de paz abrangente entre israelenses e palestinos.
• Assentamentos são ilegais e incompatíveis com a paz. Soldados e colonos israelenses devem ser retirados.
• A barreira de separação é ilegal. É uma grave violação do direito internacional e do direito humanitário, e deve ser removida do território ocupado.

• O CMI apóia uma solução de dois Estados, onde israelenses e palestinos vivam lado a lado, dentro de fronteiras seguras, reconhecidas, como solicitado em resoluções da ONU
• Violência em todas as suas formas é condenada, se perpetrada pelo Estado de Israel dentro dos territórios palestinos ocupados ou por grupos armados palestinos no interior do Estado de Israel. O conflito não pode ser resolvido através do uso da força, mas apenas através de meios pacíficos.
• Certas medidas econômicas são formas legítimas de pressão para a paz. O CMI incentiva igrejas-membro a evitar investimentos ou outros laços econômicos em atividades ilegais no território ocupado, e a boicotar produtos de assentamentos.

Foto da reunião ecumênica do CMI em 2006: onde se vê bandeiras da Palestina



Conselho Mundial de Igrejas, recentemente promoveu uma conferência de quatro dias na cidade grega de Volos. Nem uma única palavra de crítica foi proferida contra os islâmicos que estão perseguindo os árabes que acreditam em Jesus.

Luteranos ECUMÊNICOS chegaram a Volos dos Estados Unidos, católicos e protestantes de Belém e Nazaré, cristãos ortodoxos da Grécia e da Rússia, palestrantes de Beirute e coptas do Egito. A conferência decidiu emitir uma declaração dizendo que o Estado judeu é “um pecado” e “potência ocupante”, acusou os israelenses de “desumanizar” os palestinos, teologicamente desmontaram a noção do “povo escolhido” e conclamaram que a "resistência" é um dever cristão.
A conferência simplesmente negou os 3.000 anos de vida judaica nas terras que se estendem entre o Mediterrâneo e o rio Jordão, se colocou contra a presença de Israel, comparou como "apartheid" a barreira defensiva que bloqueou o terrorismo, atacou os lares judaicos na Judéia e Samaria invocando o nome de Deus e conceitualmente desconsiderando o Estado judeu, considerando que deveria ser uma mistura – islâmica, cristã e talvez um pouquinho judaica. Até mesmo o terrorismo foi legitimado quando falou sobre os "milhares de presos que permanecem nas prisões israelenses", proclamando que "a resistência ao mal de ocupação é um direito e uma obrigação cristã".



O Pax Christi ( ECUMÊNICO ) é o mais influente movimento internacional de paz católico e recentemente promoveu um boicote aos produtos de Israel "em nome do amor. "Os produtos israelenses mais odiados inclui a Ahava, a famosa empresa de cosméticos israelense, cuja loja em Covent Garden - Londres acaba de ser fechado pela empresa depois de anos de manifestações hostis. Muito estranhamente os tubos da loção Ahava para o corpo foram escolhidos como sendo um símbolo satânico dos judeus colonialistas.

Atualmente a maior parte das campanhas de desinvestimento contra Israel são induzidas e promovidas por grupos cristãos ECUMÊNICOS , como a Organização Inter-igrejas holandesas e pelo grupo católico irlandês Troicaré, ambos financiadas pela UE. A Igreja Unida do Canadá, uma denominação muito popular e tradicional cristã a pouco decidiu boicotar seis empresas (Caterpillar, Motorola, Ahava, Veolia, Elbit Systems e Chapters/Indigo) e o bispo sul-africano Desmond Tutu convenceu a Universidade de Johanesburgo para cortar todas as suas ligações com entidades educacionais de Israel.
No ano passado a Igreja Metodista da Grã-Bretanha votou pelo boicote contra bens e serviços israelenses produzidos na Judéia e Samaria. O Pax Christi católico também está liderando uma campanha glorificando Mordechai Vanunu, que alardeia um programa nuclear de Israel e que se converteu ao cristianismo.

A Igreja Presbiteriana dos EE.UU que faz parte do CMI juntos boicotaram comercial o Estado de  Israel





O CMI juntamente com ICAR e PT 

 foi  um dos fundadores do 

movimento  MST



O MST surgiu em 1984 pela Comissão Pastoral da Terra (CPT)  graças ao apoio do CMI -Conselho Mundial de Igrejas controlada por Don Paulo Evaristo Arns que foi esperar as tropas mineiras no Rio de Janeiro, para abençoá-las? quando arcebispo de São Paulo teve ¾ de sua paróquia suprimida por João Paulo II, por causa de suas atividades subversivas? E que ainda defendeu os seqüestradores do empresário Abílio Diniz?. As  principais figuras do CPT- Comissão da Pastoral da Terra (é um órgão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)) se converteram e fato nos verdadeiros comandantes do MST como os bispos Tomásio  Balduino e Pedro Casaldagliga. A CPT fundada em abril de 1975 em GO atualmente faz parte da organização Pax Cristhi sediada na Bélgica uma ONG com ativo trabalho na Colômbia, onde intermediou vários seqüestros perpetrados pela narcoguerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) [03].



Veja abaixo as declarações de apoio ao MST



Conselho Nacional de Igrejas dos Estados Unidos da América (National Council of the Churches) se congratula com o movimento. E numa nota à imprensa, bispos, pastores, teólogos e teólogas de várias Igrejas Cristãs denominam como uma ‘tentativa de atribuir às vítimas o crime contra elas cometido’ as acusações feitas ao MST na imprensa nacional. Os documentos foram produzidos durante a "Conferência sobre o Cristianismo na América Latina e no Caribe – Trajetórias, diagnósticos, prospectivas", que aconteceu no ano de 2003, em São Paulo, Brasil. Veja os documentos abaixo.





Carta aberta do CNI  ao MST


O Conselho Nacional de Igrejas dos Estados Unidos da América (National Council of the Churches) se congratula com o Movimento dos Lavradores Sem-Terra (MST) no Brasil, por sua admirável atuação em prol da justiça no campo e da educação dos mais pobres no Brasil.

No mundo inteiro, a caminhada do MST é sinal profético de um mundo mais justo e fraterno, parábola e esboço do Reino de Deus que Jesus Cristo veio nos trazer.

Reverendo Fred Morris, Diretor de Relações com a América Latina – e-mail: fced@aol.com
Dr. Antonios Kireopoulos – Secretário Geral associado para Assuntos internacionais e Paz
e-mail: tkireopoulos@ncccusa.org

S. Paulo, 29 de julho de 2003, durante a Conferência sobre Cristianismo, na PUC-SP.


Nota à Imprensa

Nas últimas semanas, a Imprensa Nacional foi bombardeada por uma campanha sistemática de ataques alarmistas contra o Movimento dos Trabalhadores Sem –Terra (MST) e que tem como conseqüência a criminalização contra os movimentos sociais que lutam pacificamente contra a exclusão social e a injustiça estrutural da sociedade brasileira.

Nós, bispos, pastores, teólogos e teólogas de várias Igrejas Cristãs, comprometidos com a vida de todos os seres humanos, denunciamos esta tentativa de atribuir às vítimas o crime contra elas cometido. Em um Brasil, campeão mundial de desigualdades sociais e de concentração de terra e renda, fica parecendo que a violência matriz e provocadora dos distúrbios sociais seja feita pelos sem-terra e sem-teto, ao exigir da sociedade aquilo para a qual ela foi organizada: garantir o mínimo dos direitos humanos a todo o cidadão: terra, pão, trabalho e dignidade.

Em nome de Deus, fonte de Vida e Paz, reafirmamos que o crime fundamental contra a fraternidade humana é o latifúndio, responsável pela fome e pela morte de tantos seres humanos.

A Terra é dom de Deus para todos. Sobre ela pesa uma hipoteca social

Que Deus abençoe e fortaleça a caminhada dos pobres da Terra. Jesus está com vocês. Ele disse: "Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância". (Jô 10,10)

Assinam:
Dom Pedro Casaldáliga – Bispo Prelado de São Félix do Araguaia, MT
Dom Tomás Balduino – Bispo Emérito de Goiás, GO, Presidente da Comissão Pastoral da Terra
Dom Federico José Pagura – Bispo Emérito Metodista, Argentina e Membro do Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas
Dom Demétrio Velentini – Bispo de Jales – SP
Dom Samuel Ruiz – Bispo Emérito de San Cristóbal de las Casas – México
Dom Hermenegildo Ramírez – Bispo de San Cristóbal de las Casas – México
Dom Heriberto Heremes, Bispo de Cristalândia - TO
Pastor Rolf Schuneman – Pastor Sinodal da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – São Paulo - SP
Irmã Esperanza Morán – Presidente da Confederação Latino-americana de Religiosos e Religiosas – Guatemala
Irmã Maris Bolzan – Presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil – Brasil
Marcelo Barros – Monge Beneditino e Escritor, Goiás, GO
Pe. José Oscar Beozzo – Teólogo e Secretário Executivo CESEP – São Paulo, SP
Pe. Gustavo Gutierrez – Teólogo e Escritor, Peru
Paulo Fernando Carneiro de Andrade – Presidente da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião - SOTER
Maria Helena Arrochellas – Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade

"Agora vos escrevi que não vos associeis 
com aquele que, dizendo-se irmão, for […] 
idólatra […] com o tal nem ainda comais." (I 
Coríntios 5:11).

Pastor Cesino Bernadino durante o Congresso dos Gideões Missionários fala sobre o ecumenismo nas igrejas







Concluindo

O Ecumenismo não é Cristão, pois seu fomentador não é Cristão e seus associados também não o são. 

Ser Cristão é crer que Somente Cristo 
Salva. 

Se contradizendo o  movimento ecumênico e seus associados crêem que todos os caminhos levam a Deus  


O Ecumenismo é um aviltamento a Deus pois doutrina a adjeção igual de todas as pessoas diante de Deus , indistintamente de suas crenças e práticas.


O Ecumenismo é um Vilipêndio á Igreja de Jesus Cristo porque subtrai sua similitude advertência do Evangelho do Arrependimento da Fé e da Santidade, incumbência esta que Jesus deliberou a seus discípulos  na grande comissão ( Mt 28. 18-20), e de defensora da autenticidade  como "coluna e firmeza da verdade" (1º Tim 3 15 )












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